Quando comecei a trabalhar com Coaching Afetivo, há 5 anos, quase ninguém conhecia este termo. Na verdade, eram poucas as pessoas que sabiam o que era Coaching, o que dirá Coaching Afetivo. Este nome foi inspirado numas sessões de Coaching que uma agência de casamentos oferecia aos seus clientes, mas logo concluí que não eram sessões de Coaching que ofereciam, e sim de Mentoring, pois a proposta era ensinar como seus clientes deveriam agir no primeiro contato de um pretendente : que roupa deveriam vestir, quais assuntos deveriam conversar, como se comportar – nada mais distante de Coaching do que isto !

Resolvi trabalhar com Coaching Afetivo por conta da minha história pessoal. Eu já havia passado por um casamento mal sucedido e sabia o quanto é dolorido um processo de separação. Ao mesmo tempo, eu estava casada com um homem que me dizia o oposto do meu primeiro marido : “eu não me casei para desistir”.

Eu também já havia passado pela fase em que a maioria das minhas amigas tinha namorado e eu não. Então eu senti que minha bagagem afetiva poderia ajudar muita gente em seus relacionamentos amorosos. E quando conheci o que era Coaching e fui definir meu nicho de mercado, nada mais lógico para mim do que aproveitar minha própria experiência para ajudar as pessoas a serem felizes no amor.

Como dito no início, 5 anos atrás o Coaching Afetivo era uma novidade. As pessoas tinham curiosidade de saber do que se tratava. As que fizeram o Processo de Coaching Afetivo comigo me trouxeram histórias lindas : uma estava em processo de separação, queria, através do Processo de Coaching Afetivo, se certificar de que havia tomado a melhor decisão. Outra priorizava o trabalho mas sentia que era hora de se dedicar à sua família e pensar na idéia de ter um filho. Atendi solteiras que queriam saber qual era o seu problema, porque não havia encontrado seu Príncipe Encantado ainda. Até que descobriram que Príncipe Encantado não existe… Mulheres maduras também me procuraram, com a seguinte questão : nossos filhos estão se casando, logo seremos somente eu e meu marido em casa. Como encarar esta nova fase da vida ?

Enfim, os casos foram – e ainda são – muitos. O Coaching Afetivo já é mais conhecido, tanto quanto o que é Coaching. E a novidade que não é mais novidade, continua em meu firme propósito de propiciar o auto conhecimento e o desenvolvimento pessoal a quem me procura.

Há 3 anos iniciei meus estudos em Psicanálise para entender melhor como funciona o ser humano, como nosso inconsciente é poderoso e nossas crenças limitantes – jargão tão utilizado num processo de Coaching – nos impedem de alcançarmos nossos objetivos.

Cada cliente que aparece, compartilha comigo de suas histórias, suas dúvidas e incertezas, suas hipóteses, seus sonhos e sou muito grata a todos que vieram e os que ainda estão comigo, nessa maravilhosa jornada chamada vida. Aos novos que vierem, venham com o coração aberto, na certeza de que uma vida afetiva plena é possível e que você, sim você, é seu melhor amigo.

Pense sobre sua vida afetiva. Não tenha medo de encará-la se ela eventualmente não estiver satisfatória. Um Processo de Coaching Afetivo pode lhe ajudar a ter uma vida mais feliz. Pense nas pessoas ao seu redor : seus amigos, seus conhecidos, seus familiares – será que eles estão tendo a vida afetiva que gostariam ? Se desejar, compartilhe com eles deste artigo, para que todos possam saber que uma vida afetiva plena vale a pena !

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